Síndrome hipereosinofílica secundária
Síndrome hipereosinofílica rara caracterizada por hipereosinofilia produzida por eosinófilos reativos/não clonais secundária a uma comorbilidade clínica subjacente e que persiste por um período não inferior a seis meses. A doença pode resultar de patologias não neoplásicas (como infeções crónicas, reações alérgicas, intoxicações ou distúrbios autoimunes e inflamatórios crónicos) ou de neoplasias, incluindo malignidades não mieloides, entre outras. Está associada a sinais infiltrativos, disfunção e danos nos órgãos. As manifestações clínicas são altamente variáveis, dependendo dos sistemas e órgãos envolvidos, e habitualmente incluem manifestações dermatológicas, pulmonares, cardíacas, gastrointestinais e cerebrais.